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Nossa história

A gente acredita em papel.
E em gente.

Num mundo que automatizou tudo, a gente usa tecnologia pra fazer algo deliberadamente humano: pôr caneta no papel e mandar uma carta de verdade pra alguém que importa.

A história da SuaCarta

Como tudo começou

A pergunta que deu início a tudo foi simples: quando foi a última vez que você recebeu uma carta escrita à mão?

Provavelmente faz anos. Talvez décadas. Enquanto isso, sua caixa de entrada tem 4.327 e-mails não lidos e você recebe 87 notificações push por dia. O mundo digital ficou tão barulhento que ninguém escuta mais nada.

A gente olhou pra isso e pensou: e se desse pra mandar cartas escritas à mão em escala? Não impressas — escritas de verdade, com caneta e tinta no papel. A mesma tecnologia que manda foguete pro espaço poderia segurar uma caneta e escrever com a variação natural de uma mão humana.

Funcionou. Hoje mais de 2.000 empresas brasileiras usam a SuaCarta. Meio milhão de cartas já foram parar na mão de alguém. E a gente provou que, no meio de tanta tela, o papel ainda tem um poder absurdo: 98% das cartas são abertas. Tenta fazer isso com e-mail.

No que a gente acredita

Três princípios que guiam cada decisão — do papel que a gente compra ao código que a gente escreve.

Sem atalho

Caneta de verdade. Tinta de verdade. Papel de verdade. Dá pra sentir a textura passando o dedo. A gente poderia ter feito uma impressora sofisticada e chamado de "escrita à mão". Preferiu não fazer.

Tecnologia a serviço do gesto

A gente construiu robótica pra segurar uma caneta — não pra substituir pessoas, mas pra escalar algo que pessoas não conseguiriam sozinhas. Mil cartas ou uma, cada uma sai com o mesmo cuidado.

O tipo de coisa que se guarda

E-mail vira lixeira. Notificação some. Mas carta escrita à mão? As pessoas guardam na gaveta, colam na parede, emolduram. A gente faz o tipo de comunicação que ninguém joga fora.

500k+
cartas enviadas
2.000+
empresas atendidas
98%
taxa de abertura
4+
estilos de caligrafia

Quer fazer parte disso?

A gente tá crescendo e procura gente que curte resolver problemas difíceis — de robótica a produto, de design a operações. Se construir algo que chega na mão de alguém te anima, vem ver as vagas.

Ver vagas abertas